“BRASIL AME-O OU DEIXE-O”


Um tempo em que o governo Emílio Garrastazu Médici entre 1969 e 1974 institui este slogan para sua propaganda: “Brasil, ame-o ou deixe-o”, considerado um “tempo negro da ditadura”, para os mesmos que hoje colocaram o país na escuridão e muitos outros que desejavam fazê-lo já naquela época.

Um tempo onde a dupla Dom e Ravel cantava: “Eu te amo meu Brasil, eu te amo! Meu coração é verde, amarelo, branco, azul anil...”.

Um tempo de Generais como:

- Castelo Branco, que faleceu em um acidente de avião e aqueles que pleitearam sua herança tiveram de contentar-se com um apartamento em Ipanema e algumas ações de empresas públicas e privadas.

- Costa e Silva, sofreu um derrame e faleceu deixando para a viúva a pensão de marechal e um apartamento em fase de término em Copacabana.

- Emilio Garrastazu Médici, ao falecer deixou uma fazenda de gado em Bagé, mas não teve condições para se tratar e ficou no Hospital da Aeronáutica no Galeão.

- Ernesto Geisel, deixou um sítio que a filha vendeu para conseguir manter-se num apartamento de três dormitórios no Rio.

- João Figueiredo, não conseguiu manter o Sítio do Dragão, vendeu os cavalos e em seguida a propriedade. A Sra. Dulce Figueiredo deixou ao falecer um apartamento no Rio, que foi vendido pelos filhos e seu marido foi operado no Hospital dos Servidores do Estado do Rio.

- Generais que sabiam das coisas, Generais que honravam a Bandeira, Generais que não eram corruptos, Generais que amavam o país, ou Generais da Ditadura?

A Ditadura impediu o que estamos vivendo hoje já em 1964, mas a pedido do povo quem foi voltou e hoje loteia o país junto com aqueles que não foram e ficaram na moita.

A “Lava Jato” mostrou que políticos muito menos influentes que os Generais da República levam uma vida nababesca e de marajás a custa da corrupção pública e do dinheiro que deveria ser usado pelo povo e para o povo.

Temos uma “nobre Presidenta” mais interessada em salvar um “nobre ex-presidente” do que conduzir o país.

Temos uma turma de partidos nanicos que se deixam seduzir com um “bolsa cargo”.

Temos artistas e formadores de opinião que se favorecem do governo em seus “projetos pessoais” e o defendem publicamente.

Temos uma imensa parcela da população totalmente alienada por uma “bolsa família” que escraviza as gerações futuras.

Temos uma cota de brasileiros que esqueceram as cores de nossa bandeira e cultuam o vermelho como símbolo nacionalista.

Temos entidades sindicais mantidas com dinheiro publico para servir aos interesses do governo.

Temos uma Câmara e um Congresso, onde torcemos pelo bandido bonzinho e um STF com muitas ressalvas e duvidas.

Temos uma Casa Civil que corre o risco de ser utilizada como no passado, para servir de base nas estratégias maléficas de sangrar ainda mais o país.

Brasileiros e Brasileiras, não abandonem nosso país neste momento, temos a cidadania de poder parar este Brasil e oprimir os opressores e obsessores da nação, não desista, vamos intensificar nossa união como povo e como nação. O Brasil não é deles, é do povo brasileiro. Sou Cesar Romão, apenas um brasileiro.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Pessoa positiva ou otimista

O Estado de São Paulo é a locomotiva do Brasil

Só o Amor não basta, é necessário paciência