Lula o criador e Dilma a criatura


O governo insiste em dizer que foi “vazamento” o fato relativo aos grampos noticiados e com isto troca o Diretor Geral da Policia Federal, incentivando ainda criticas ao Juiz Sérgio Fernando Moro.

O que o governo chama de “vazamento”, o povo chama de “revelação da verdade”, num ato de coragem e civismo pelo Juiz Moro.

A Nobre Presidenta não foi “grampeada”, ao invés de fazer ligações para cuidar dos interesses do país, fez ligações para um investigado da PF.

As gravações mostram as verdadeiras faces dos envolvidos na investigação, principalmente a do excelentíssimo ex-presidente Lula. Mas boa parte do povo ainda não frequentou as Universidades que o ex-presidente fundou, apenas recebem chave de casas, “bolsas alguma coisa” e são mantidos por entidades ligadas ao partido dos trabalhadores, então é disso que precisam e pronto. Para que uma pátria honesta, governantes íntegros e um futuro melhor para o Brasil? As prioridades deles são outras, por esta razão ao invés de lutarem por uma seara lutam por um prato de comida.

A tirania sempre encontrou na miséria seus principais e mais fieis seguidores. Pessoas que não conhecem perspectivas de como uma democracia deve atuar e se encantam com quem brada e instiga para convulsão social. É nela que os covardes surgem fantasiados de salvadores.

Em uma das gravações o excelentíssimo ex-presidente Lula alega que se existe alguém capaz de botar fogo no país, este alguém é ele, mas ele não quer chegar a isto. O interlocutor ainda faz uma relação com o Imperador Nero de Roma.

História romana não se ensina no primário, talvez sua inspiração tenha vindo de algum filme épico e com certeza não foi: “Lula filho do Brasil”.

Nero Cláudio César Augusto Germânico teve seu reinado associado à tirania e à extravagância, executou a própria mãe e o meio irmão. Enquanto Roma ardia em chamas ele ficou compondo com sua lira. Tinha uma enorme popularidade com o povo romano principalmente no oriente. Como perseguidor de cristãos, alguns historiadores atribuem o incêndio a Nero, para poder culpar os cristãos e ampliar a força de sua perseguição. Outros alegam que não foi Nero que ateou fogo em Roma, mas que o incêndio começou perto do Circo Máximo e alastrou-se devido ao vento.

Fiquei me perguntando a razão de um ex-presidente ter o lampejo de colocar fogo em seu país? Será que não gosta do povo? Será que é “persona non grata” a terra mãe que o acolheu? Será o inicio de algum distúrbio de insanidade?

Inspirar-se em alguns dos imperadores romanos pode recordar estranhezas como: Imperador Calígula nomeou seu cavalo Incitatus como cônsul, alto cargo de oficial público que tinha como principal função comandar exércitos. O Imperador Cômodo costumava descer à arena para lutar como gladiador em violentos espetáculos públicos. Mas ele não corria riscos, seus adversários sempre o deixavam vencer e depois tinham as vidas poupadas. Imperador Caracala, quase esfaqueou o pai pelas costas diante de todo seu exército. Imperador Domiciano era paranoico e raivoso, via suspeitos por todos os lados, todos eram inimigos e deviam ser exterminados. Implantou um regime de terror contra membros importantes do Senado e exigia ser tratado como um Deus.

Existem ideologias melhores para inspirar-se na condução de um povo como a de: Mahatma Gandhi, Nelson Mandela entre outros e nem precisa ler, existem filmes sobre eles.

O criador e a criatura já incendiaram o país com o fogo da indignação e nos sufocam com a fumaça da ausência de ética, honestidade, civismo e patriotismo. Sou Cesar Romão, apenas um brasileiro.

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