O Estado de São Paulo é a locomotiva do Brasil



O Estado de São Paulo tem 189 bilhões, em média, para seu orçamento de 2014, um orçamento com 8% de crescimento, destinando-se: 18,7 bilhões para saúde; 27 bilhões para educação; 17,8 bilhões para segurança; 3,8 bilhões para metrô...

Com relação aos investimentos, 43,3% serão financiados por operações de crédito e 34,8% por recursos próprios do Tesouro Estadual.

Temos uma população média de 43.660.000 habitantes, algo em torno de 22% da população brasileira, numa área de 248.222,80 m², o equivalente a 2,9% da superfície do Brasil.

O Estado de São Paulo é o maior colégio eleitoral do País, com aproximadamente 31.253.000 eleitores, que representam 22,5% do eleitorado nacional, com mais de 140.646.000 aptos a votar.

Somos o estado mais populoso do Brasil, a terceira unidade política mais populosa da América do Sul.

A área que hoje corresponde ao território paulista já era habitada por povos indígenas aproximadamente 12.000 aC. Apenas em 1523 o português Martim Afonso de Sousa veio a fundar a primeira povoação de origem europeia, a Vila de São Vicente, na Baixada Santista.

No século XVII, os bandeirantes paulistas intensificaram a exploração do interior da colônia, o que acabou por expandir os domínios territoriais dos portugueses na América do Sul.

No século XVIII, após a instituição da Capitania de São Paulo, a região começa a ganhar perfil político.

Hoje São Paulo possui o maior parque industrial e o maior PIB entre todos os estados: sua economia responde por cerca de 33% do total de riquezas produzidas no País. Daí ser chamado de “locomotiva do Brasil”.

Detém o segundo maior índice de Desenvolvimento Humano (IDH), o segundo maior PIB per capita, a segunda menor taxa de mortalidade infantil e a quarta menor taxa de analfabetismo entre as Unidades Federativas Brasileiras.

Com 15.027 estabelecimentos de ensino fundamental, 12.539 unidades de pré-escolas, 5.639 escolas de nível médio, sua rede de ensino classifica-se como a mais extensa do Brasil.

Na classificação geral do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), três escolas do Estado figuraram entre as 20 melhores do ranking.

São Paulo é o maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil, responsável por 52% da produção científica brasileira e por 0,7% da mundial, no período de 1998 a 2002.

A Universidade de São Paulo – USP está classificada como a 94ª melhor do mundo.

Em nosso brasão, o lema Pro Brasilia Fiant Eximia (Pelo Brasil faça-se o melhor) retrata nossa contribuição majoritária para a Federação.

A letra do seu hino, de Guilherme de Almeida, brada: “Deixa para trás o presente, olha o passado à frente...”, e coloca o nosso Estado sempre avante.

Um estado que já elegeu 70 deputados federais, 94 deputados estaduais e 3 senadores.
Como um grande Estado, São Paulo tem grandes desafios para vencer.


O Estado tem um déficit de 49 mil professores efetivos na rede de ensino, número que representa 21% dos cargos efetivos. Mesmo com a contratação de professores temporários, o problema não se resolve. Em um primeiro semestre, a média de 4.8 mil turmas de alunos ficou sem aula de alguma disciplina.

A rede de ensino atual conta em média com 232.000 professores, 120.800 concursados, 63.000 contratados com estabilidade e 49.000 temporários.

Na prática, 4 em cada 5 escolas têm turma sem professor, o que representa 80% da Rede Estadual de ensino. A cada dia, oito professores concursados desistem de dar aula nas escolas estaduais paulistas e se demitem.

A média de pedido de exoneração está em 3 mil ao ano. Entre as causas alegadas, o baixo salário, a pouca perspectiva de qualificação e as condições de trabalho, que deixam a desejar. Os docentes que abandonaram a rede educacional do Estado migraram para escolas particulares, para redes municipais ou deram adeus às salas de aula. Nem a estabilidade do funcionalismo público tem impedido as demissões.

Essa fuga de professores também acontece na rede municipal, que tem em média 782 exonerações por ano desde 2008.

As escolas não estão conseguindo manter o interesse dos alunos nas aulas. Essa falta de atratividade faz desaparecer a vontade de aprender, o que contribui para piorar a etapa da educação brasileira.

Apenas 15% dos jovens brasileiros de até 29 anos fizeram ou estão fazendo um curso superior. Os testes nacionais de educação deixam a desejar, assim como a má colocação do País nos principais rankings internacionais. Ou seja, nosso ensino tem um alarmante índice de abandono.



Nossos jovens não podem procurar ensino só pelo diploma, como vem acontecendo.

Uma pesquisa da Fundação Lemann aponta que 30% dos estudantes que decidem ser professores estavam no grupo dos 5% com as piores notas quando eram alunos.

A falta de dedicação exclusiva à educação é mais frequente no ensino médio do que no ensino fundamental e infantil.

Segundo pesquisa feita pelo Instituto Paulo Montenegro, braço do IBOPE voltado à educação, em entrevistas com 10 professores das 10 maiores capitais brasileiras, enquanto 12% da rede particular de ensino realizam outras atividades para se manter, na área pública esse índice vai para 21%.

Ao responderem a essa pesquisa, os docentes do ensino médio também reclamaram da falta de valorização por parte dos pais e alunos e da lotação das várias salas de aula. Um educador dessa fase de ensino tem em média 402 alunos, com os quais mantém um contato pouco frequente.

Enquanto um professor recebe R$ 1.600,00 por mês e precisa dar 31 aulas semanais, quando o limite permitido pela legislação paulista é 32, o tempo para ele fazer uma reciclagem de conhecimento vai ficando escasso.

No Brasil, no que diz respeito às escolas técnicas, há apenas 800 mil vagas, incluindo a rede particular, ou seja, uma vaga para cada 10 jovens que estão no ensino médio. Em países mais desenvolvidos, a oferta de cursos profissionalizantes é de 20% a 30%, e aqui estamos em 10%.

Com a estreia da China em testes padronizados internacionais de educação, os estudantes de Xangai surpreenderam os especialistas ao pontuar mais que seus colegas de dezenas de outros países em leitura, matemática e ciências.

Em um discurso público universitário na Carolina do Norte, o presidente Barack Obama lembrou como o lançamento do Sputnik pela União Soviética em 1957 provocou os Estados Unidos a aumentar os investimentos em educação, principalmente nas áreas de matemática e ciência, ajudando a América a ganhar a corrida espacial.

Cinquenta anos depois, o Sputnik da nossa geração está de volta, disse Obama. Com bilhões de pessoas na Índia e na China, de repente ligadas à economia mundial, disse ele, as nações com os trabalhadores mais educados irão prevalecer. Tal como está agora, prosseguiu, a América corre o risco de ficar para trás.

Com o início da FATEC (Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo) em 1968, com unidades em 56 municípios, somando 62 Faculdades no Estado, surgem as ETECs (Escolas Técnicas Estaduais), presentes em 300 municípios do Estado de São Paulo, ultrapassando hoje o número de 65 mil alunos matriculados.

Eis um dos muitos exemplos do empenho do Governo do Estado de São Paulo pela educação de qualidade, um Governo que muito tem feito, mas como a educação é uma célula de desenvolvimento em constante evolução, muito ainda há por se fazer.

Meu Projeto Político é todo voltado para avaliar cada momento da educação de nosso estado e buscar saídas nutritivas que valorizem o professor e qualifiquem ainda mais os alunos, dando seguimento ao promissor cenário já criado pelo atual governo do PSDB, transformando cada escola num centro de excelência educacional.

Quando enaltecemos quem ensina, solidificamos o caminho para quem aprende.

A educação é a mão que embala o berço de um estado e escreve o destino de uma nação.

Fique comigo que eu estarei com você, pelo meu, pelo, pelo nosso Estado de São Paulo.



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