O Facebook nunca terá uma memória como a nossa




Zuckerberg fundou o Facebook em 2004, junto com Dustin MoskovitzEduardo Saverin e Chris Hughes, quando eram estudantes da Universidade Harvard. Merecem toda admiração que têm conquistado pelo mundo. 

O Facebook é o novo documento de identidade das pessoas que desejam estar nas mídias sociais. O que talvez os gênios e cientistas da computação que trabalham no Facebook nunca vão conseguir resolver, é a questão: conheço ou não conheço a pessoa que estou solicitando para adicionar aos amigos


A razão é simples: o Facebook não é humano, só sabe da minha vida o que informo, não tem a mínima noção de que tipo de relacionamento tenho com determinadas pessoas e mesmo assim, ele decide de quem sou ou não amigo. Tem sido comum, pessoas tentarem, veja bem, tentarem adicionar outras pessoas que realmente são suas amigas e o Facebook pergunta se realmente conhece a pessoa, ou em outros casos exibe a mensagem que a pessoa está tentando manter contato com estranhos. 

E por não ter a mínima idéia de quem são os meus ou os seus amigos, ele usa do que chamo de: ditatura facebookiana e executa sua pena suspensiva de 07, depois 15, depois 30 dias e a ameça de perder permanentemente a operação de adicionar aos amigos. Tudo isto com base em... nem imagino. 

A indignação de pessoas suspensas por tentarem adicionar amigos tem sido imensa. E mesmo que uma pessoa tente adicionar alguém que não seja realmente amigo, o Facebook tem ferramentas para inibir esta pratica por parte de quem recebe a solicitação. 

O Facebook é quem tem escolhido a maioria de nossos amigos e os nossos verdadeiros amigos estão dando um duro danado para entrarem em nossa rede, debaixo das proibições e efeitos suspensivos Facebookianos

Como colocar um pouco de humanidade no Facebook, será o desafio para os próximos passos dele, talvez seja esta a oportunidade que o Google, que deixou o Orkut virar poeira, não aproveitou ainda para equilibrar a concorrência aberta pelo Facebook. 

Democracia com punição; prepotência em decidir quem realmente são nossos amigos; informar algumas personalidades de que eles são figuras públicas e não podem ter página adicionando amigos; privar estas pessoas de interligarem-se com seus amigos por este meio de comunicação: ainda fazem do Facebook uma ferramenta com muletas num universo tão livre da expressão. Turma do Google, parem de pensar em termos de chips e criptografia digital e pensem em termos de emoções humanas. 

Comentários

  1. Exatamente isso... O sistema do Facebook é "burro", com seu robot que limita o numero de adições sem informar aos usuários quais são os critérios. O mais incrivel é ele oferecer uma ferramenta para criar eventos, mas após o usuário criar o evento e enviar convites desse evento para seus amigos, é bloqueado por "estar enviando mensagens indesejáveis aos usuários, como se fosse spam"... Alguém precisa gerenciar esse software urgentemente, antes que ele afunde em seus próprios erros e crie uma frustação para as pessoas que já são "facedependentes" no dia a dia...

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  2. Prezado Cesar,

    com todo respeito, crer que o Facebook foi invenção de alguns garotos é muita inocência, tem muito mais por de trás, nos bastidores, de forma subliminar coloquei algumas no vídeo, logo abaixo, quem tiver ampliação de paradgimas compreenderá, veja:

    Facebook: http://www.youtube.com/watch?v=z1ZM5rD0bsE

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  3. Disse tudo meu caro amigo. Limitam o número de amigos para que não possamos divulgar nossos trabalhos com mais pessoas, e então vem o "promover" que é para pagarmos pela divulgação, é uma empresa como outra qualquer. Funciona assim: primeiro nos dão corda e depois puxam...rs. Bjs.

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